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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Aquisições em terras tupiniquins...


Estes são os livros que estou levando do Brasil, de volta para casa, em Portugal.
Bom, espero que eles cheguem, porque a gente nunca sabe se as bagagens vão nos acompanhar ou não...

A Lista (em nenhuma ordem particular):

O Vento Norte (Cláudio Villa - Edição do autor)
O Homem Fragmentado (Tibor Moricz - Terracota)
Fome (Tibor Moricz - Tarja Editorial)
A Última Expedição (Olívia Maia - Editora Draco)
Terra Verde (Roberto de Sousa Causo - Editora Draco)
Selva Brasil (Roberto de Sousa Causo - Editora Draco)
Atron - Atravessando os Milênios (Vitor Hugo B. Ribeiro - Literata)
A Guardiã da Memória (Gerson Lodi-Ribeiro - Editora Draco)
O Alienado (Cirilo S. Lemos - Editora Draco)
Ficção Científica Brasileira - FCdoB - Panorama 2010/2011 (Vários - Tarja Editorial)
Cyber Brasiliana (Richard Diegues - Tarja Editorial)
Reino das Névoas (Camila Fernandes - Tarja Editorial)
A Situação (Jeff Vandermeer - Tarja Editorial)
Brasil Fantástico (Vários - Editora Draco)
Rei Rato (China Miéville - Tarja Editorial)
Paradigmas Definitivos (Vários - Tarja Editorial)
Noite Sem Fim - O Além-mar (Roberto Campos Pellanda - Tarja Editorial)
O Primeiro Amanhecer - O Além-mar (Roberto Campos Pellanda - Tarja Editorial)
Campo Total e outros contos de ficção científica (Carlos Orsi - Editora Draco)

Espero que todos cheguem bem ao seu destino, para se juntar aos outros tantos que aguardam serem lidos...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Quando vier a primavera

Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, escreveu este pequeno poema, chamado "Quando vier a primavera".

Aqui, declamado por Valdemar Santos, ator Português.

Adoro este poema. Adora esta declamação.
Desfrutem. Vale a pena.


Quando Vier a Primavera
(Alberto Caeiro)

Quando vier a Primavera, 
Se eu já estiver morto, 
As flores florirão da mesma maneira 
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. 
A realidade não precisa de mim. 

Sinto uma alegria enorme 
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma 

Se soubesse que amanhã morria 
E a Primavera era depois de amanhã, 
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã. 
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo? 
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo; 
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse. 
Por isso, se morrer agora, morro contente, 
Porque tudo é real e tudo está certo. 

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem. 
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele. 
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências. 
O que for, quando for, é que será o que é.

Lápis 2B


Depois de quase um ano parado, decidi reinventar o Lápis 2B.

Neste momento, você dá uma olhada em volta e se pergunta: "Mas o que foi que o gajo mudou por aqui?"

No Lápis 2B? Nada.
Bom, quase nada.
Muito pouco, mesmo.

Eu tinha um texto.
Era um texto um tanto quanto... pesado. 
E eu preciso perder peso.

Só isso.

E mais alguma coisinha aqui e ali. Nada de muito chamativo, espero.

Quem sabe ainda vou mudar as folhas, que o outono já não cai bem com este aqui. Agora estou mais numa de verão...

Sejam bem vindos. Novamente.